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O estudioso Richard Falk foi co-autor do relatório, ele é conhecido por acusar os Estados Unidos e seu aliado judeu de serem impérios coloniais. O relatório chamou Israel de "um regime institucionalizado de opressão e domínio sistemático" e convida países a tomar medidas contra Israel através de boicotes e a retirada dos investimentos.
Haley foi rápida para condenar as declarações de Falk, chamando-as de "propaganda anti-Israel".
"Os Estados Unidos é mantido como aliado de Israel em todo o sistema das Nações Unidas e as ações em todo o mundo", disse Haley.
Ela também pediu a ONU para agir e remover o estudo.
Um porta-voz do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, distanciou-se do relatório controverso. No entanto, Haley acredita que isso não é suficiente e solicitou a ONU a retirar o relatório na íntegra.
"Foi escrito por Richard Falk, um homem que tem feito comentários profundamente ofensivos e tendenciosos sobre Israel e que ele abraçou ridículas teorias de conspiração, em especial sobre os ataques terroristas do 11/9, é igualmente surpreendente," disse Haley. "O Secretariado das Nações Unidas estava certo ao se distanciar do presente relatório, mas deve ir além e remover o relatório por completo", acrescentou.
O relatório surge no momento em que a administração de Trump está reconsiderando seu papel em vários programas das Nações Unidas e da adoção de um movimento pro-Israel mais ousado. A administração está revendo a sua participação no Conselho de Direitos Humanos, que emitiu várias resoluções contra Israel, ignorando as violações dos direitos humanos em países como a Arábia Saudita e Síria.
Com informações da CBN

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